As instituições públicas, privadas ou do terceiro setor, via de regra, tem a sua “cultura organizacional peculiar, decorrente de seuso valores, seus propósitos e em conformidade ao ambiente em que estão inseridas.
Para gerir a cultura organizacional de forma assertiva e exitosa, há que se alinhar o discurso à prática cotidiana, transformando valores abstratos em comportamentos concretos e mensuráveis liderados a partir do exemplo.
A gestão cultural não se traduz em um projeto com fim, mas sim, um processo continuo que dita como as decisões, normalmente, são tomadas, bem como a forma como ocorre a interação das equipes e dos colaboradores.
Antes de tentar mudar ou gerir é fundamental o entendimento do cenário real na organização e como é afetada pelo que acontece , tanto em nível interno, quanto na sociedade.
E na sequência, é preciso mapear o comportamento real, verificar se há correspondência entre as regras estabelecidas e as atitudes e atividades dos times de trabalho e dos colaboradores.
É, também, de bom tom, identificar e analisar os pontos inerentes à resistência às mudanças e como isso é administrado no ambiente institucional.
Assim, em última análise, gerir a cultura organizacional é condição básica e imprescindível no sentido de construir uma estratégia de ação que proporcione proatividade no propósito da sustentabilidade organizacional, base para sua perenidade.
Marco Aurélio Barbosa D’ Oliveira






