É preciso ir em busca do conhecimento da história da humanidade não a partir da referência que interessa ao sistema e ao poder, mas sim daquilo que emana do tecido social, há que se compatibilizar o saber acadêmico ao saber popular, conectar a teoria à prática.
Para tanto é necessário se desvincular dos paradigmas e conceitos e princípios que são introjetados ao longo do aprendizado na trajetória da vida terrena.
Há que se romper com a intolerância e a tendência à soberba que podem dominar o sentimento humano à medida que vai se escolarizando e subindo os degraus daquilo que o meio social impõe como o caminho para o êxito e para o sucesso. Portanto, manter os pés no chão, não se deslumbrar às primeiras conquistas, sempre na perspectiva de que a vida pode ser uma espécie de “montanha russa”, de que o mundo não é estático, está em permanente mudança, às vezes involuindo e às vezes evoluindo, que as tais “verdades” não são absolutas, ao contrário, são, em grande parte, relativas, de que o ser humano é apenas, e tão somente uma pequena particula na imensidão do universo.
O ser humano, para se consolidar enquanto um “eterno aprendiz” , tem que compreender que dentro de si, devem conviver em harmonia, a inteligência cognitiva, com a inteligência emocional e, sobretudo,a inteligência espiritual, que é a chama que mantém acesa o viver plenamente.
Marco Aurélio Barbosa D’ Oliveira.






