O mundo, em termos de economia, via de regra passa periodicamente por ciclos, ora de expansão, ora de recessão, influenciado por fatores internos e externos nos países, continentes e blocos econômicos, assim, as organizações precisam se organizar e se estruturar para não serem surpreendidas.
Em um mundo altamente globalizado e conectado, há uma profunda interdependência entre os países.
Nos períodos críticos, há a tendência nas organizações, em um primeiro instante, em atuar no corte de custos, incluindo muitas vezes, o segmento de recursos humanos, algo que pode criar instabilidade no clima organizacional e influenciar na produtividade e na geração de resultados.
Há, no entanto, que se ressaltar que é justamente nestes momentos é que se precisa contar com o engajamento e a participação efetiva dos colaboradores, razão pela qual se faz necessário um trabalho cuidadoso para que não se perca a motivação e possa mitigar os efeitos negativos decorrentes da instabilidade causada pela crise econômica.
Por parte dos gestores das organizações, no cenário de crise, se esperar atitudes honestas, responsáveis e assertivas nos processos de comunicação com os colaboradores, de modo a evitar ao máximo as especulações.
Dessa forma, as organizações precisam movimentar seus empregados na tentativa de identificar onde e como cortar custos. Sendo assim, identifique os colaboradores que mais influenciam pessoas nas suas áreas de atuação e difunda o espírito de mudanças.
Fundamental seguir capacitando o pessoal, uma vez que durante os períodos recessivos os colaboradores precisam de novos conhecimentos novas habilidades e, porquanto as atividades relacionadas a treinamento e desenvolvimento influenciam de maneira positiva no ambiente e nas pessoas.
A implementação destas estratégias poderá criar novas culturas em que todos estarão mais sintonizados com o ambiente e, certamente, passarão a dispor de ferramentas que irão contribuir em como lidar com o futuro incerto, a fim de proteger a organização das ameaças do ambiente de turbulência econômica.
Marco Aurélio Barbosa D’Oliveira.






