Um por todos e todos por um nas organizações.

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Na gestão dos colaboradores, o diretor, o gerente, o chefe, o coordenado, o supervisor, enfim, todos que exercem os cargos de liderança e comando nas organizações públicas, privadas ou do terceiro setor devem estabelecer estratégias que possibilitem incutir o princípio do “um por todos e todos por um, que era o lema dos “Três Mosqueteiros”, tradução perfeita da sinergia corporativa.
Em um mercado e em uma sociedade onde o individualismo costuma ser confundido com produtividade, resgatar esse senso de unidade é o que separa organizações que apenas sobrevivem daquelas que inovam. O foco é, essencialmente, a atitude colaborativa.
Esta mentalidade, que enfeixa e caracteriza o ideal de equipe, é a força motriz das organizações no que concerne a:
Segurança Psicológica: Quando o “todos por um” impera, o colaborador sabe que pode arriscar e falhar sem ser “atropelado” pelos colegas. Esse suporte mútuo é a base da inovação, pois elimina o medo do julgamento.
Agilidade na Resolução de Problemas: No “um por todos, todos por um”, o problema de um departamento deixa de ser um “gargalo deles” para ser um desafio da organização. A troca de conhecimentos flui, e as soluções surgem com uma velocidade que nenhuma hierarquia rígida consegue replicar.
Engajamento e Retenção: Ninguém quer ser apenas uma engrenagem. Sentir-se parte de um organismo vivo, onde o sucesso de um é celebrado por todos, gera um senso de pertencimento que retém talentos muito mais do que bônus financeiros isolados.
Assim, em última análise, uma organização que adota essa filosofia transforma o ambiente de trabalho em um ecossistema de confiança. Quando todos remam na mesma direção, o impacto no resultado final deixa de ser uma soma de esforços individuais e passa a ser uma multiplicação de resultados, uma vez que, independente de todo o avanço tecnológico, o ser humano é sempre será o ativo mais importante das organizações e, desta forma, deve merecer atenção especial.
Marco Aurélio Barbosa D’ Oliveira.

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